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DEUS PÁTRIA E FAMÍLIA - LEMA DO PENSAMENTO GIUSEPPE MAZZINI

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Um dos pais da unificação italiana. Em sua concepção, assume um significado de emancipação. Hoje, dois séculos depois, significa propor uma perspectiva de retorno a uma sociedade em que o pai pega sua autoridade do ''pai da pátria'', o qual a recebe diretamente de Deus. Giuseppe Mazzini (Gênova, 22 de junho de 1805 – Pisa, 10 de março de 1872) foi um político, maçom e revolucionário da unificação italiana. História Em 1830, tornou-se membro da Carbonária, uma sociedade secreta com objetivos políticos. A sua atividade revolucionária o obrigou a refugiar-se em Marselha, onde organizou um novo movimento político chamado Jovem Itália. O lema da sociedade era "Deus e o povo" e o seu objetivo era a união dos estados italianos numa única república, que  seria a única condição possível de libertar o povo italiano dos invasores estrangeiros. O objetivo republicano e unitário deveria ser conseguido com uma insurreição popular. Mazzini fundou outros movimentos polí...

COMO RÉ-PÚBLICA GOLPISTA, MILITAR, MAÇÔNICA DAS ELITES FORMOU UMA NAÇÃO DE REBANHO DE GADO E VIRA-LATAS

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  QUANTOS GOLPES DE ESTADO HOUVE NO BRASIL DESDE A INDEPENDÊNCIA? Dom Pedro I, que tornou o Brasil ''independente'', foi também o primeiro a dar um golpe de Estado. "declarada em 7 de setembro de 1822 pelo então Príncipe Regente Pedro de Alcântara, que se tornou nosso primeiro chefe de Estado sob o título de D. Pedro I. A partir de então, não faltaram ao nosso cenário político episódios de intensa turbulência. Desde a ''Independência'', tivemos vários tipos de revoltas, tentativas de golpe de Estado e golpes efetivamente aplicados. Neste texto trataremos desses últimos, os golpes efetivos. Se um golpe de Estado é definido como subversão da ordem institucional, então, podemos dizer que, no período aqui abordado". Veja mais sobre "Quantos golpes de Estado houve no Brasil desde a Independência?" 1) A “Noite da agonia”: dissolução da Assembleia Constituinte de 1823. Pouco mais de um ano após a ''Independência'...

O PODER PARALELO DAS MILÍCIAS, NÃO (MAFIAS)

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  Grupos paramilitares se articulam cada vez mais com prefeituras e casa legislativas, consolidando um discurso e práticas violentas de quatro décadas. A interferência das ''milícias''(MAFIAS) no sistema político eleitoral na capital fluminense não é nenhuma novidade. Há pelo menos quatro décadas que esses grupos disputam as eleições de forma direta e indireta na Região Metropolitana. No Rio de Janeiro, a ''milícia''(MAFIAS) não é somente um poder paralelo, “eles estão dentro do Estado, aprenderam tudo com o Estado, eles são o Estado”, garante o sociólogo José Cláudio Alves, professor da UFRRJ, que estuda o fenômeno desses grupos paramilitares há 26 anos.   Esta realidade já é reconhecida pela própria Justiça Eleitoral, tanto é que há três dias das eleições municipais do primeiro turno, agentes da Polícia Federal executaram 12 mandados de busca e apreensão expedidos pela 16ª Zona Eleitoral. A operação Sólon fez buscas em casas, comitês de campanhas...